Adam Smith
Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes. É considerado o pai da economia moderna e o teórico do liberalismo econômico.
A teoria de Adam Smith foi de fundamental importância para o desenvolvimento do capitalismo nos séculos XIX e XX.
Autor de "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", a sua obra mais conhecida, e que continua sendo como referência para gerações de economistas, na qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos apenas pelo seu próprio interesse, promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica. Smith ilustrou bem seu pensamento ao afirmar "não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu auto-interesse". Ele analisou a divisão do trabalho como um fator evolucionário poderoso a propulsionar a economia. Uma frase de Adam Smith se tornou famosa: "Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta, é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade." Segundo Adam Smith os agentes econômicos atuando livremente chegariam a uma situação de eficiência, com não só à queda do preço das mercadorias, mas também com constantes inovações tecnológicas, para se baratear o custo de produção e para se vencer os outros competidores. Curiosamente a expressão "mão invisível", que ficou muito famosa, aparece apenas uma vez na obra Riqueza das Nações. As doutrinas de Adam exerceram uma rápida e intensa influência na burguesia, pois queriam acabar com os direitos feudais e com o mercantilismo.
Em 1759, publicou "A Teoria dos sentimentos morais". Este trabalho, que estabeleceu a reputação de Smith durante a sua própria vida, refere-se à explicação da aprovação ou desaprovação moral demonstrando sua capacidade de argumentação, fluência e persuasão.
Tem havido uma controvérsia considerável quanto, a saber, se há ou não uma contradição entre a ênfase de Smith na compaixão como motivação humana fundamental em e o papel essencial do auto-interesse na "riqueza das nações" este parece colocar mais ênfase na harmonia geral dos motivos e atividades humanas sob uma providência benigna, enquanto que no segundo livro "sentimentos morais" apesar do tema geral da "mão invisível", Smith encontra mais ocasiões para apontar causas de conflitos e o egoísmo estreito da motivação humana.
Nos seus últimos anos, ele teria planejado dois grandes tratados, um sobre a teoria e história do Direito e outro sobre ciências e artes. "Os Ensaios sobre temas filosóficos" (1795) contém provavelmente partes do que deveria ter sido o último daqueles dois tratados. "A Riqueza das Nações" foi muito influente, uma vez que foi uma grande contribuição para o estudo da economia e para torná-la uma disciplina autônoma. Este livro iria se tornar uma das obras mais influentes no mundo ocidental. Quando o livro, que se tornou um manifesto contra o mercantilismo, foi publicado em 1776, havia um sentimento forte a favor do livre comércio.
"A Riqueza das nações" e também "A Teoria dos sentimentos morais" tornaram-se ponto de partida para qualquer defesa ou crítica de formas do capitalismo, nomeadamente influenciando a escrita de Karl Marx e de economistas humanistas. Tem havido alguma controvérsia sobre a extensão da originalidade de Smith em Riqueza das nações; alguns argumentam que esta obra acrescentou pouco às idéias estabelecidas por pensadores como David Hume e Montesquieu. No entanto, ela permanece como um dos livros mais influentes neste campo até hoje.
Principal Obra:
- Riqueza das Nações (1776)
Suas frases:
"A humanidade é virtude da mulher; a generosidade é virtude do homem."
"O trabalho é moeda corrente."
"Nenhum capital posto em movimento produz maior quantidade de trabalho produtivo que o do lavrador."
"O verdadeiro valor das coisas é o esforço e o problema de as adquirir." "A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes."
"Pessoas do mesmo ofício raramente se encontram, mesmo que em alegria ou diversão, mas se tiver lugar, a conversa acaba na conspiração contra o público, ou em qualquer artifício para fazer subir os preços."
"A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram."
No Brasil – O Partido liberal moderador se dividiu em: Partido conservador e Partido Liberal, no início eles asseguravam os proprietários rurais. Apesar das propostas distintas, ambos defendiam os interesses das elites.
John Locke
John Locke, nascido em 29 de agosto de 1632 em Wringtown, Inglaterra, foi um dos maiores ideólogos do liberalismo e do iluminismo, além de ser um dos líderes do empirismo inglês.
Locke era filho de um pequeno proprietário de terras e estudou na escola de Westminster. Mais tarde, estudou medicina, ciências naturais e filosofia na universidade de Oxford, onde seria professor de grego, filosofia e retórica e ficaria lá por cerca de 30 anos.
No ano de 1683, após a Revolução Gloriosa na Inglaterra, Locke fugiu para a Holanda e só retornou à Inglaterra no ano de 1688, quando foi restabelecido o protestantismo. Em 1696, Locke foi nomeado Ministro do Comércio pelo rei William III de Orange. Ficou nesse cargo até 1700, quando saiu por complicações de saúde. Locke faleceu em 1704 no condado de Essex. Ele nunca se casou ou teve filhos.
Locke é considerado o protagonista do empirismo na Inglaterra. Segundo essa teoria, o conhecimento humano deveria vir de experiências, não de deduções ou especulações. Assim, as experiências deveriam vir da observação do mundo.
Locke se opunha ao autoritarismo em todas as esferas: individual, político e religioso. Acreditava em usar a razão para obter a verdade e determinar a legitimidade das instituições sociais.
Locke criticou a teoria do Direito Divino dos reis, formulada por Thomas Hobbes. Ele acreditava que um governo deveria ser consentido pelos governantes, ou seja, a soberania residia no povo.
Locke também pretendia criar uma teoria que conciliasse a liberdade dos cidadãos com a manutenção da ordem política. Para Locke, o que dá direito à liberdade é o trabalho que se dedica a ela, pensamento essencialmente burguês. Com esse pensamento Locke assentava as bases do pensamento capitalista liberal, ou seja, fica assegurado o direito ao fruto do trabalho. Assim, Locke defendia uma sociedade sem interferência governamental
Locke também defendia a separação entre Igreja e Estado, o que deixou a Igreja Católica contra ele.
Para Locke, o poder devia ser dividido em três: Executivo, Legislativo e Judiciário. Para ele, o poder mais importante era o Legislativo, por representar o povo.
Apesar de pregar a igualdade entre as pessoas, Locke defendia a escravidão
Principais obras:
- Cartas sobre a tolerância (1689)
- Dois Tratados sobre o governo (1689)
- Ensaio a cerca do entendimento humano (1690)
- Pensamentos sobre a educação (1693)
Suas Frases:
"Não se revolta um povo inteiro a não ser que a opressão é geral."
"A leitura fornece conhecimento à mente. O pensamento incorpora o que lemos".
"As ações dos seres humanos são as melhores intérpretes de seus pensamentos".
“Não há de modo algum tal coisa como a verdade, ou que a humanidade não tem meios suficientes para alcançar dela um conhecimento certo”
“não há idéias inatas na memória”
“a alma começa a ter idéias quando começa a perceber”
“Todas as idéias derivam da sensação ou da reflexão”.
Ensaio Acerca do Entendimento Humano
O livro “Ensaio Acerca do Entendimento Humano” é hoje considerado a obra mais importante de John Locke. A idéia básica do livro é que a alma humana no momento do nascimento é como uma tabula rasa, ou um papel em branco: não há nada escrito nela. Para John Locke, todas as idéias vêm da experiência, e todo conhecimento vem da experiência e da reflexão... Logo todo conhecimento é empírico, ou seja, é baseado em experiência; conhecimento que vem da experiência.
John Locke, fundador do empirismo, pregava que o conhecimento vem unicamente da experiência. Com essa ideologia, opõe-se ao inatismo, doutrina que admite a existência de princípios e idéias inatas ao individuo, isso é, idéias que se encontram na alma desde o nascimento, e, portanto, não dependem de qualquer experiência. Sua filosofia se opôs também ao racionalismo: doutrina que admite que o conhecimento origina-se em princípios racionais, sejam inatos, sejam deduzidos de dados empíricos; doutrina que considera que o real é plenamente acessível pela razão ou pela inteligência.
A filosofia empirista, por sua vez, teve como base a valorização da experiência como fonte do conhecimento.
As idéias desse autor não eram apenas filosóficas: “As teses sociais e políticas de Locke caminham em sentido paralelo. Assim como não existem idéias inatas no espírito humano, também não existe poder que possa ser considerado inato e de origem divina, como queriam os teóricos do absolutismo” (livro Os Pensadores: Locke. “Vida e Obra”)
Concluindo, percebe-se pelo trecho de Carlos Martins a seguir, que a idéia básica do autor foi de que: “(...) o conhecimento é fundamentalmente derivado da experiência sensível. (...)” (Livro Os Pensadores: Locke)
Locke divide sua obra em 4 partes:
Livro 1 – Nem os princípios nem as idéias são inatas; Livro 2 – As idéias; Livro 3 – Palavras; Livro 4 – Conhecimento e Opinião.
OBS: O livro demorou 20 anos para o termino da obra.
Teve como cenário para a sua vida o atribulado século das Luzes. É considerado o pai da economia moderna e o teórico do liberalismo econômico.
A teoria de Adam Smith foi de fundamental importância para o desenvolvimento do capitalismo nos séculos XIX e XX.
Autor de "Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações", a sua obra mais conhecida, e que continua sendo como referência para gerações de economistas, na qual procurou demonstrar que a riqueza das nações resultava da atuação de indivíduos que, movidos apenas pelo seu próprio interesse, promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica. Smith ilustrou bem seu pensamento ao afirmar "não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu auto-interesse". Ele analisou a divisão do trabalho como um fator evolucionário poderoso a propulsionar a economia. Uma frase de Adam Smith se tornou famosa: "Assim, o mercador ou comerciante, movido apenas pelo seu próprio interesse egoísta, é levado por uma mão invisível a promover algo que nunca fez parte do interesse dele: o bem-estar da sociedade." Segundo Adam Smith os agentes econômicos atuando livremente chegariam a uma situação de eficiência, com não só à queda do preço das mercadorias, mas também com constantes inovações tecnológicas, para se baratear o custo de produção e para se vencer os outros competidores. Curiosamente a expressão "mão invisível", que ficou muito famosa, aparece apenas uma vez na obra Riqueza das Nações. As doutrinas de Adam exerceram uma rápida e intensa influência na burguesia, pois queriam acabar com os direitos feudais e com o mercantilismo.
Em 1759, publicou "A Teoria dos sentimentos morais". Este trabalho, que estabeleceu a reputação de Smith durante a sua própria vida, refere-se à explicação da aprovação ou desaprovação moral demonstrando sua capacidade de argumentação, fluência e persuasão.
Tem havido uma controvérsia considerável quanto, a saber, se há ou não uma contradição entre a ênfase de Smith na compaixão como motivação humana fundamental em e o papel essencial do auto-interesse na "riqueza das nações" este parece colocar mais ênfase na harmonia geral dos motivos e atividades humanas sob uma providência benigna, enquanto que no segundo livro "sentimentos morais" apesar do tema geral da "mão invisível", Smith encontra mais ocasiões para apontar causas de conflitos e o egoísmo estreito da motivação humana.
Nos seus últimos anos, ele teria planejado dois grandes tratados, um sobre a teoria e história do Direito e outro sobre ciências e artes. "Os Ensaios sobre temas filosóficos" (1795) contém provavelmente partes do que deveria ter sido o último daqueles dois tratados. "A Riqueza das Nações" foi muito influente, uma vez que foi uma grande contribuição para o estudo da economia e para torná-la uma disciplina autônoma. Este livro iria se tornar uma das obras mais influentes no mundo ocidental. Quando o livro, que se tornou um manifesto contra o mercantilismo, foi publicado em 1776, havia um sentimento forte a favor do livre comércio.
"A Riqueza das nações" e também "A Teoria dos sentimentos morais" tornaram-se ponto de partida para qualquer defesa ou crítica de formas do capitalismo, nomeadamente influenciando a escrita de Karl Marx e de economistas humanistas. Tem havido alguma controvérsia sobre a extensão da originalidade de Smith em Riqueza das nações; alguns argumentam que esta obra acrescentou pouco às idéias estabelecidas por pensadores como David Hume e Montesquieu. No entanto, ela permanece como um dos livros mais influentes neste campo até hoje.
Principal Obra:
- Riqueza das Nações (1776)
Suas frases:
"A humanidade é virtude da mulher; a generosidade é virtude do homem."
"O trabalho é moeda corrente."
"Nenhum capital posto em movimento produz maior quantidade de trabalho produtivo que o do lavrador."
"O verdadeiro valor das coisas é o esforço e o problema de as adquirir." "A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes."
"Pessoas do mesmo ofício raramente se encontram, mesmo que em alegria ou diversão, mas se tiver lugar, a conversa acaba na conspiração contra o público, ou em qualquer artifício para fazer subir os preços."
"A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram."
No Brasil – O Partido liberal moderador se dividiu em: Partido conservador e Partido Liberal, no início eles asseguravam os proprietários rurais. Apesar das propostas distintas, ambos defendiam os interesses das elites.
John Locke
John Locke, nascido em 29 de agosto de 1632 em Wringtown, Inglaterra, foi um dos maiores ideólogos do liberalismo e do iluminismo, além de ser um dos líderes do empirismo inglês.
Locke era filho de um pequeno proprietário de terras e estudou na escola de Westminster. Mais tarde, estudou medicina, ciências naturais e filosofia na universidade de Oxford, onde seria professor de grego, filosofia e retórica e ficaria lá por cerca de 30 anos.
No ano de 1683, após a Revolução Gloriosa na Inglaterra, Locke fugiu para a Holanda e só retornou à Inglaterra no ano de 1688, quando foi restabelecido o protestantismo. Em 1696, Locke foi nomeado Ministro do Comércio pelo rei William III de Orange. Ficou nesse cargo até 1700, quando saiu por complicações de saúde. Locke faleceu em 1704 no condado de Essex. Ele nunca se casou ou teve filhos.
Locke é considerado o protagonista do empirismo na Inglaterra. Segundo essa teoria, o conhecimento humano deveria vir de experiências, não de deduções ou especulações. Assim, as experiências deveriam vir da observação do mundo.
Locke se opunha ao autoritarismo em todas as esferas: individual, político e religioso. Acreditava em usar a razão para obter a verdade e determinar a legitimidade das instituições sociais.
Locke criticou a teoria do Direito Divino dos reis, formulada por Thomas Hobbes. Ele acreditava que um governo deveria ser consentido pelos governantes, ou seja, a soberania residia no povo.
Locke também pretendia criar uma teoria que conciliasse a liberdade dos cidadãos com a manutenção da ordem política. Para Locke, o que dá direito à liberdade é o trabalho que se dedica a ela, pensamento essencialmente burguês. Com esse pensamento Locke assentava as bases do pensamento capitalista liberal, ou seja, fica assegurado o direito ao fruto do trabalho. Assim, Locke defendia uma sociedade sem interferência governamental
Locke também defendia a separação entre Igreja e Estado, o que deixou a Igreja Católica contra ele.
Para Locke, o poder devia ser dividido em três: Executivo, Legislativo e Judiciário. Para ele, o poder mais importante era o Legislativo, por representar o povo.
Apesar de pregar a igualdade entre as pessoas, Locke defendia a escravidão
Principais obras:
- Cartas sobre a tolerância (1689)
- Dois Tratados sobre o governo (1689)
- Ensaio a cerca do entendimento humano (1690)
- Pensamentos sobre a educação (1693)
Suas Frases:
"Não se revolta um povo inteiro a não ser que a opressão é geral."
"A leitura fornece conhecimento à mente. O pensamento incorpora o que lemos".
"As ações dos seres humanos são as melhores intérpretes de seus pensamentos".
“Não há de modo algum tal coisa como a verdade, ou que a humanidade não tem meios suficientes para alcançar dela um conhecimento certo”
“não há idéias inatas na memória”
“a alma começa a ter idéias quando começa a perceber”
“Todas as idéias derivam da sensação ou da reflexão”.
Ensaio Acerca do Entendimento Humano
O livro “Ensaio Acerca do Entendimento Humano” é hoje considerado a obra mais importante de John Locke. A idéia básica do livro é que a alma humana no momento do nascimento é como uma tabula rasa, ou um papel em branco: não há nada escrito nela. Para John Locke, todas as idéias vêm da experiência, e todo conhecimento vem da experiência e da reflexão... Logo todo conhecimento é empírico, ou seja, é baseado em experiência; conhecimento que vem da experiência.
John Locke, fundador do empirismo, pregava que o conhecimento vem unicamente da experiência. Com essa ideologia, opõe-se ao inatismo, doutrina que admite a existência de princípios e idéias inatas ao individuo, isso é, idéias que se encontram na alma desde o nascimento, e, portanto, não dependem de qualquer experiência. Sua filosofia se opôs também ao racionalismo: doutrina que admite que o conhecimento origina-se em princípios racionais, sejam inatos, sejam deduzidos de dados empíricos; doutrina que considera que o real é plenamente acessível pela razão ou pela inteligência.
A filosofia empirista, por sua vez, teve como base a valorização da experiência como fonte do conhecimento.
As idéias desse autor não eram apenas filosóficas: “As teses sociais e políticas de Locke caminham em sentido paralelo. Assim como não existem idéias inatas no espírito humano, também não existe poder que possa ser considerado inato e de origem divina, como queriam os teóricos do absolutismo” (livro Os Pensadores: Locke. “Vida e Obra”)
Concluindo, percebe-se pelo trecho de Carlos Martins a seguir, que a idéia básica do autor foi de que: “(...) o conhecimento é fundamentalmente derivado da experiência sensível. (...)” (Livro Os Pensadores: Locke)
Locke divide sua obra em 4 partes:
Livro 1 – Nem os princípios nem as idéias são inatas; Livro 2 – As idéias; Livro 3 – Palavras; Livro 4 – Conhecimento e Opinião.
OBS: O livro demorou 20 anos para o termino da obra.
deveria ter mais
ResponderExcluirdeveria ter mais
ResponderExcluirficou bem completo mas deveria ter mais pensadores...
ResponderExcluirminha opinião =)
Concordo!
ExcluirConcordo!
Excluirvai toma no cu,só isso de filósofos
ResponderExcluirFalto alguns pensados cidadão.Contudo, Parabéns pelo blog.
ResponderExcluirDEVERIA TER MAIS
ResponderExcluirFaltou o fodástico Milton Friedman
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